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A Rádio 

A Rádio é um meio criativo que fomenta a experiência, o profissionalismo e o desenvolvimento da tecnologia rádio, obras de arte em formato sonoro.

A Rádio intervém na sociedade através de vários tipos de conteúdos, entre outras intervém na divulgação e promoção de actividades culturais.

Web rádio (também conhecido como Rádio via Internet ou Rádio Online) é o serviço de transmissão de áudio via Internet com a tecnologia streaming gerando áudio em tempo real, havendo possibilidade de emitir programação ao vivo ou gravada.
 

 

 Muitas estações tradicionais de rádio transmitem a mesma programação pelo meio convencional (transmissão analógica por ondas de rádio, limitado ao alcance do sinal) e também pela Internet, conseguindo desta forma a possibilidade de alcance global na audiência. Muitas Outras estações transmitem somente via Internet. 

O custo para criação de uma Web rádio geralmente é bem inferior ao custo de criação de uma rádio tradicional.

Para realizar a transmissão de áudio através da Internet é necessário enviar o áudio para um servidor que irá realizar a codificação apropriada (Encoder) e a transmissão (broadcast) aos usuários.

 

Um dos aplicativos mais conhecidos para transmissão de áudio por streaming é o SHOUTCast. Muitas emissoras comerciais usam essa tecnologia para emitir sua programação também pela Internet.

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Fonte: Wikipédia

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Calendário Religioso Hindú

O calendário Hindu é chamado de Panchang ou Panchanga, ou ainda Panjika. Ele é parte vital na vida dos Hindus devido a sua indispensável importância em calcular as datas dos festivais, bem como os dias sagrados.


O calendário Hindu estava inicialmente baseado nos movimentos da lua, quando ideias astronômicas dos Babilônios e dos Gregos reformaram o sistema do calendário indiano e este desde então se alterou. Apesar disso, os festivais e as ocasiões religiosas são decididas com base nos movimentos lunares.

Espectáculos tradicionais

JANEIRO / FEVEREIRO
Sankaranti/Pongal (Karnataka, Andhra Pradesh e Kerala): Pongal é um festival da colheita, que dura três dias.

Dia da República (nacional): Declaração da República a 26 de janeiro de 1950. Em Nova Deli celebra-se com um grande desfile militar e danças típicas.

Vasant Panchmi (nacional): Festival Hindú dedicado a Sarasvati, deusa da aprendizagem. As mulheres vestem  os "saris" amarelos e enfeitam-se com cores e ouro.

Festival flutuante (Madurai): celebração do aniversário de um governante do seculo XVII, com barcaças iluminadas que transportam devindades do templo ao ritmo de cânticos no lago de Mariamman Teppaculam.

FEVEREIRO / MARÇO
Shivarati (nacional): Rendição de culto solene ao Deus Shiva, com jejum e cânticos. Há celebrações especiais em Chidambaram, Kalahasti, Khajuraho, Varanasi e Bombaim.

Holi (no Norte): popularmente denominado "O festival das cores", celebra a chegada da Primavera com aspersão de água e mistura coloridas. Mardi Gras (Goa): três dias de Quaresma com Carnaval.

Ramanavami (nacional): o nascimento de Rama, encarnação de Vishnu. Há representações de teatro folclórico.

Mahavir Javanti: festival jainista do nascimento de Mahavira, o último tirthankara.

Páscoa (nacional): Sexta-feira santa e domingo de Páscoa.

MARÇO / ABRIL
Kumbha Mela. O mais antigo e o mais importante dos festivais hindus. Tem lugar de três em três anos numa das quatro grandes "cidades santas": Nasik (Maharashtra), Ujjain (Madhya Pradesh), Prayag e Haridwar (ambas en Uttar Pradesh). Assistem milhares de peregrinos que se banham no rio sagrado Ganges.

ABRIL / MAIO
Baisakhi (Purjiab, norte da Índia): Celebra-se com um danças cheio de ritmo e de alegria, que se chama Bhangra. As mulheres vestem ’saris’ amarelos.

Vishu: O ano novo em Kerala. Celebração com fogo de artifício, comem-se doces, veste-se roupa nova, etc... Yugadi (Karnataka, Andhra Pradesh e Maharashtra); ano novo lunar hindu.

Puram (Trichur, em Kerala): Festa durante a fase de lua nova com espectacular procissão de elefantes, dando voltas em redor do templo, e fogo de artifício à meia-noite.

Id-ul Fitr: Celebração para despedir o mês do Ramadão.

Minakshi Kalynan (Madurai): Minakshi e Deus Shiva num festival de templo muito colorido de dez dias.

Feiras (Rajasthan): Urs Ajmer Sharif em Ajmer. Espectáculo religioso, cultural e comercial de 6 dias, dedicado ao santo Muçulmano Salim Chisti.

JUNHO / JULHO
Rath Yatra (Qrissa): O festival mais importante em honra do deus Jagannath (Deus do Universo). Festivais semelhantes e de menor escala têm lugar em Ramnagar (perto de Varanasi), Serampur (perto de Calcuta) e Jagannathpur (perto de Ranchi).

Id-un-Zuha (nacional): O festival muçulmano mais celebrado na Índia que comemora o sacrificio de Abraham.

JULHO / AGOSTO
Tij (Rajasthan), muito especialmente em Jaipur: procissão da Deusa Parvati para dar as boas-vindas à monção, com elefantes, camelos, dançarinos, etc. As mulheres vestem ’saris’ verdes.

Raksha Bandhan (norte e oeste): Representa um costume tradicional. As irmãs atam ’rakhis’ (talismãs) nos pulsos dos seus irmãos e trocam presentes. Pedem a sua protecção.

Nag Panchmi (Rajasthan, Karnataka e Maharashtra): Festa dedicada à mítica serpente chamada Shesha.

Anarnath Yatra (Vale de Lidder, Caxemira): Os peregrinos visitam durante a lua cheia o lugar onde o deus Shiva revelou à Parvati o segredo da salvação.

Muharran: Comemoração do martírio do Imam Hussein.

AGOSTO / SETEMBRO
Dia da Indepenéncia (nacional): 15 de Agosto. Discurso do primeiro ministro no Forte Vermelho de Nova Deli.

Jannashtami (nacional): Celebra-se o aniversário do Deus Krishna.

Onam (Kerala): Festival da colheita.

Ganesh Chaturthi (Puna, Orissa, Bombaim, Karnataka, Andhra Pradesh e Madrasta): Festival dedicado ao deus com cabeça de elefante, Ganesh. Submergem-se figuras gigantes da devindade na água. Pelo seu particular colorido, vale a pena visitar Bombaim no dia da imersão.

SETEMBRO / OUTUBRO
Dashera (nacional): Festival mais conhecido do pais, que se celebra de diferentes modos. No norte, particularmente em Nova Deli (onde é conhecido por ’Ram Lila’), a música, as danças e o teatro comemoram a vida de Rama; em Kulu, o festival celebra-se igualmente de uma maneira pitoresca. Em Bengala e em muitas regiões do leste da Índia, é conhecido por Durga Puja e, no sul, por Navaratri. Em Tamit Nadu, Kerala e Andhra Pradesh dura nove noites. Em Mysore celebra-se no palácio um festival de música e, ao décimo dia, tem lugar uma espectacular procissão de elefantes que sai do palácio do Maraja.

Feira Himachal Pradesh: No vale de Kulu, esta feira coincide com a celebração de Dashera durante dez dias.

Gandhi Jayanti (nacional): Dia de aniversário do Mahatma Gandhi

Divali (nacional): Um dos mais vivos e coloridos festivais da Índia que marca, em algumas localidades, o início do novo ano Hindú. No leste do país venera-se particularmente a deusa Kali; noutros lugares adora-se a deusa da prosperidade, Lakshmi. Neste dia em todas as casas de Hindús acendem lamparinas e celebra-se com fogos de artifício e a iluminação colorida.


NOVEMBRO
Feira Bihar: A feira de gado mais importante do mundo, que dura um mês em Sonepur e Patma, junto ao Ganges.

Feira Pushkar, Rajasthan: Feiras de camelos e gado, com corridas de camelos, jogos acrobáticos, etc.

DEZEMBRO
Natal (nacional): Celebrado de modo exuberante em Goa, Bombaim, Kerala e Tamil Nadu.

Existem muito mais festivais na India cuja importância regional se celebram com igual pompa. Os mais autênticos de todos são:

- Festivais dos templos do sul da Índia;

- As famosas festas de Ladakh e Caxemira;

- As festas de Rajasthan.

 

Hinduísmo

Não se pode indicar a data de nascimento do Hinduísmo.

No terceiro milénio a.c. havia, junto dos rios Indo e Ganges, uma civilização já bastante avançada. Entre 2000 e 1500 a.c. o povo ariano destrói essa civilização e estabelece ali a religião védica. Veneram muitos deuses. Entretanto aparecem os Upanishadas que forneceram uma nova direcção para a tradição védica. O seu estudo deu lugar ao bramanismo (religião dos sacerdotes, Brâhmanes) e depois, no início da nossa era o hinduísmo.

Livros sagrados

- Vedas (Palavra do sânscrito que significa "conhecimento divino").

Os Vedas são hinos escritos em sânscrito arcaico do séc. XII ao V a.c. e foram cinco colecções ou Samhita, que teriam sido reveladas por Brama aos rishi, ou sábios e divide-se em:

Rig-Veda – Composto por mil e vinte e oito hinos dirigidos à divindade;

Yajur-Veda – Composto por cinco colecções de formulação poética;

Sarna-Veda – Ou Veda das melodias, acompanhadas quase sempre por notações musicais arcaicas para uso dos cantores.

Atharva-Veda – Ou dos contos mágicos, composto por trechos cosmogónicos e místicos.

Brâma – Série de livros que servem de comentários explicativos aos Vedas e de guia aos sacerdotes nos sacrifícios. Os mais antigos parecem situar-se no séc. VII a.c.

Upanixade – Comenta as Vedas. São textos de doutrina oculta, compostos entre o VII a.c. e a época medieval que contêm, de forma não sistematizada, os temas fundamentais da filosofia indiana.

Mahabharata – Longo poema escrito ao longo de alguns séculos; é constituído por várias dissertações morais sendo a mais célebre a Baghavadguita.

Ramayana – E o mais antigo poema épico-religioso. Composto por 50000 versos e conta as aventuras do herói Rama, encarnação de Visnu.

A fé

O Hinduísmo professa três deuses principais: Brama, que vem da raiz brah e que significa crescimento. Brama é a personificação masculina do Absoluto, pai e origem de todas as coisas, criador do Universo. É representado com quatro caras e quatro braços para indicar a sua omnipotência. Está presente em todas as coisas podendo manifestar-se sob qualquer espécie humana, animal (vacas sagradas, elefante) ou mineral (rio Ganges).

Assim se revela um panteísmo. Vísnu é a divindade solar que preside as coisas criadas, conservando-as e fazendo-as prosperar. Shiva é oposto a Vísnu, e é chamado o "destruidor".

Entre muitos outros deuses podemos mencionar Rama e Krishna descendente de Visnu

O Hindú acredita na reencarnação das almas, depois da morte, segundo os méritos.

Acredita também na possibilidade de libertação do homem do ciclo da reencarnação. A ética hinduísta consiste em quatro noções: é preciso aspirar à virtude, mesmo em detrimento de certos bens materiais; a virtude é a prática da não-violência; tem que sofrer pelos outros; e os vícios conduzem ao destino demoníaco que é a vida transmigrante.

Culto

Os actos da vida dos hindus revestem-se dum carácter sagrado e devem obedecer a ritos precisos, públicos ou privados

A oração deve fazer-se, pelo menos duas vezes por dia, ao nascer e pôr-do-sol.

Recitam-se textos dos Vedas e oferecem-se flores e fogo à divindade a que se presta homenagem.

Existem os brâmanes, sacerdotes que consagram a sua vida aos deuses.

Muitos ritos e festas doméstica acompanham a vida de qualquer Hindú, desde a sua concepção até à morte, passando pelo dom do nome, iniciação religiosa (entre os oito e dez anos), casamento...

Festas

Uma religião com tantos deuses tem festas inumeráveis – mais de 40 por ano, variando segundo as regiões. Embora sendo difícil citá-las, indicando as principais

Durga-puja – É a festa em honra de Durga, deusa da fecundidade, esposa de Shiva. Celebra-se em Outubro – Novembro. São dez dias de procissões e cerimónias.

Shivratri – Em Fevereiro, em honra de Shiva, os fiéis decoram os templos e passam lá a noite.

Diwalí – Celebra-se em Outubro – Novembro, na lua nova, em honra de Lakshmi, deusa da prosperidade e da felicidade, É a festa das luzes. Vêem-se lâmpadas, por todos os lados, nos templos, nas casas, nos caminhos, no mar...

Holi – Em Fevereiro – Março, com danças e procissões, festeja-se a chegada da Primavera, a fecundação e o deus do amor.

 

Islamismo

O Livro Sagrado

Alcorão ou Corão (em árabe, transl al-qur’ān, "a recitação") é o livro sagrado do Islão. Os muçulmanos creem que o Alcorão é a palavra literal de Deus (Alá) revelada ao profeta Maomé (Muhammad) ao longo de um período de vinte e três anos. A palavra Alcorão deriva do verbo árabe que significa declamar ou recitar; Alcorão é portanto uma "recitação" ou algo que deve ser recitado.

Os muçulmanos podem-se referir ao Alcorão usando um título que denota respeito, como Al-Karim ("o Nobre") ou Al-Azim ("o Magnífico").

É um dos livros mais lidos e publicados no mundo. É prática generalizada nas sociedades muçulmanas que o Alcorão não seja vendido, mas sim oferecido.

A fé

O Islão é ao mesmo tempo uma fé religiosa e uma comunidade social e política. A doutrina enfatiza um monoteísmo rígido. Deus é único e é o Deus do patriarca Abraão ­Allah. Deus é uno e não trino, é transcendente e omnipotente. O muçulmano crê nos anjos bons e nos maus. Para ele, Allah revelou-se através de muitos profetas – Abraão, Moisés, Jesus – mas o maior profeta é Maomé.

O culto

Os muçulmanos têm cinco obrigações fundamentais:

- Profissão de fé na unidade de Deus, Allah, e a missão do Profeta Maomé, emitindo repetidamente que “Não há outra divindade senão Allah e Maomé éo seu Profeta” («Lã ilãh illã'llah Mohammad rasoul Allãh»).

- Oração feita 5 vezes por dia, ajoelhando num tapete, voltado para Meca. A oração é um acto de adoração a Allah. As roupas e o corpo devem estar limpos de todas as impurezas. Além disso, no homem, a parte do corpo entre o umbigo e os joelhos deve estar tapada e, na mulher, só as mãos e a cara poderão estar destapadas.

- Esmola islâmica (zakat) – é a quantia, em géneros ou em dinheiro, que o Muçulmano que possui meios deve distribuir entre os necessitados. O zakat é obrigatório para quem tem em seu poder, durante um ano, ouro com o peso mínimo de 88 gramas ou prata como peso mínimo de 612 gramas.

- Jejum do Ramadão – é o acto de se abster de comer, beber, fumar, etc. durante um mês, desde o nascer até ao pôr do sol. Estão dispensadas as crianças, os dementes, os inválidos, os idosos e os fracos. O viajante, o doente ou a mulher que amamenta, podem adiar este jejum. É feito no mês de Ramadão, mês em que Allah revelou o Alcorão.

- Peregrinação a Meca – Deve fazer-se uma vez na vida, se as circunstâncias o permitirem, isto é, se estiverem em condições físicas e materiais para empreenderem a viagem. Lá, devem dar sete voltas à Caaba.

Festas

Aid es-Seghír

Esta festa dura três dias e realiza-se no mês de Chawwál. Celebra o fim do jejum e dá ocasião às pessoas de se encontrarem, trocar prendas e desejarem votos de felicidade.

Achura

Significa "o décimo" – é no dia 10 do mês de Muharram. Foi nesse dia que Deus teria criado Adão e Eva, tal como o Paraíso e o Inferno. É um dia de jejum, mas à tarde, os crentes, fiéis às tradições, comem uma espécie de gelado composto de toda a espécie de frutos secos. São precisas 40 espécies de ingredientes e coze, em fogo brando, horas e horas.

Aíd eI-Adha

A seguir ao Ramadão, a festa mais importante é a do Sacrifício. É semelhante àquela. Responde a uma das prescrições do Corão. Este manda sacrificar animais, segundo os ritos sagrados, para agradecer ao Senhor que multiplicou os animais úteis ao ser humano. Algum tempo antes da festa, chegam rebanhos às cidades e os vendedores conduzem-nos de rua em rua até venderem tudo. Depois de comprado o carneiro, é lavado, escovado, ornamentado com fitas. Depois é morto. A sua carne é distribuída pelos pobres. O proprietário apenas guarda os miúdos. Esta festa celebra o holocausto oferecido a Deus por Abraão.

Mouloud

Os muçulmanos celebram no dia 12 do mês de Rabiul-awwal o nascimento de Maomé. Nesse dia, os crentes vão às mesquitas e ouvem a vida do profeta. Os ricos distribuem esmolas e oferecem um animal em sacrifício. É também costume nesse dia ir aos túmulos dos parentes mais próximos. Na Turquia, por causa das lâmpadas que ornam as mesquitas à noite, chama-se "noite das lâmpadas".

Os árabes utilizam o calendário lunar. O ano tem doze meses que começam com o aparecimento duma lua nova. São meses de vinte e nove ou trinta dias conforme a lunação, de modo que o ano tem 354 dias e nove horas.

Em relação ao nosso calendário, o calendário muçulmano encontra-se desfasado cerca de onze dias. Por este motivo, as festas podem ocorrer na Primavera, Verão, Outono ou Inverno à medida que os anos vão passando.

Além disso, é preciso sabermos que eles contam os anos e séculos a partir da Hégira, emigração de Maomé para Medina, pelo que no ano de 1990, da era cristã, os muçulmanos estavam no ano 1410.

Fonte:Wikipédia

 

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